Em Janeiro de 1987 o Coral de S. Domingos começava a dar os primeiros passos, curtos, é certo, cuidadosos mas seguros. Mais de vinte anos depois, passaram pelo nosso convívio largas dezenas de coros, muitas centenas de coralistas, quer em Portugal, quer no estrangeiro. Criado para manter o público a par das actividades deste coral, este blog vai disponibilizar regularmente a agenda, fotos e outros assuntos que digam respeito ao Coral de S. Domingos.
quinta-feira, fevereiro 22, 2007
terça-feira, janeiro 02, 2007
Cantares ao Menino - música e poesia pelas ruas da cidade



A noite de 16 de Dezembro foi a escolhida para os tradicionais Cantares ao Menino, uma iniciativa que vai já na sua 5.ª edição, promovida pela Câmara Municipal de Montemor e que conta desde sempre com a colaboração do Coral de S. Domingos desta cidade.
As primeiras canções ecoaram no átrio do edifício dos Paços do Concelho, pelas 21.30 e, depois do poema inaugural, declamado por José Bexiga, os 45 cantores e o público começaram a percorrer os largos e ruas do Centro Histórico, misturando o calor das melodias e a força dos poemas, com o frio da noite e o entusiasmo da multidão, cada vez em maior número.
Foram declamados poemas de Natália Correia, Reinaldo Ferreira, Manuel Justino Ferreira e Alexandre Dáskalos por alguns membros do Coral de S. Domingos: Bernardino Samina, Vítor Guita, João Luís Nabo, Vera Guita, Paulo Serôdio e Sira Camacho. Cantaram-se peças de Natal de Mykola Leontovich, David Sequeira, Ramiro Real, Fernando Lopes-Graça, Benjamin Britten, Mário de Sampayo Ribeiro, Franz Gruber e tradicionais inglesas.
Este ano, e à semelhança das edições anteriores, o Coral de S. Domingos contou com a participação de alguns convidados. Desta vez associaram-se à iniciativa a Escola de Música de S. Domingos e o Jardim de Infância n.º 1.
As primeiras canções ecoaram no átrio do edifício dos Paços do Concelho, pelas 21.30 e, depois do poema inaugural, declamado por José Bexiga, os 45 cantores e o público começaram a percorrer os largos e ruas do Centro Histórico, misturando o calor das melodias e a força dos poemas, com o frio da noite e o entusiasmo da multidão, cada vez em maior número.
Foram declamados poemas de Natália Correia, Reinaldo Ferreira, Manuel Justino Ferreira e Alexandre Dáskalos por alguns membros do Coral de S. Domingos: Bernardino Samina, Vítor Guita, João Luís Nabo, Vera Guita, Paulo Serôdio e Sira Camacho. Cantaram-se peças de Natal de Mykola Leontovich, David Sequeira, Ramiro Real, Fernando Lopes-Graça, Benjamin Britten, Mário de Sampayo Ribeiro, Franz Gruber e tradicionais inglesas.
Este ano, e à semelhança das edições anteriores, o Coral de S. Domingos contou com a participação de alguns convidados. Desta vez associaram-se à iniciativa a Escola de Música de S. Domingos e o Jardim de Infância n.º 1.
As fotos são do Manuel Roque (SRPC/CMMN)
segunda-feira, dezembro 11, 2006
quinta-feira, outubro 12, 2006
Montemor e Vigo no XII Concerto de Outono

No passado dia 14 de Outubro, a Igreja da Misericórdia, nesta cidade, ficou completamente cheia para assistir ao XII Concerto de Outono. A iniciativa, que já vai na sua 12.ª edição, foi promovida pelo Coral de São Domingos, de Montemor, que contou com o apoio de várias entidades locais – Câmara Municipal, Santa Casa da Misericórdia e Agrupamento Vertical de Escolas.
O grupo convidado, o Coro Clásico de Vigo, dirigido por Joaquin Carvajal Baños, deslocou-se daquela cidade da Galiza para celebrar a chegada do Outono com os seus amigos portugueses, interpretando peças do Renascimento espanhol (sacras e profanas), bem como música popular de várias origens. O Coral de São Domingos, sob a direcção de João Luís Nabo, dividiu a sua participação em três partes distintas: música sacra espanhola do século XX, duas canções de Fernando Lopes-Graça e um espiritual negro com Vera Guita como solista. Os dois grupos juntaram-se depois para interpretarem duas peças em conjunto e agradecerem os aplausos entusiasmados do público.
O grupo convidado, o Coro Clásico de Vigo, dirigido por Joaquin Carvajal Baños, deslocou-se daquela cidade da Galiza para celebrar a chegada do Outono com os seus amigos portugueses, interpretando peças do Renascimento espanhol (sacras e profanas), bem como música popular de várias origens. O Coral de São Domingos, sob a direcção de João Luís Nabo, dividiu a sua participação em três partes distintas: música sacra espanhola do século XX, duas canções de Fernando Lopes-Graça e um espiritual negro com Vera Guita como solista. Os dois grupos juntaram-se depois para interpretarem duas peças em conjunto e agradecerem os aplausos entusiasmados do público.
Na imagem: interpretação pelos dois coros da peça tradicional da Galiza O Voso galo Comadre.
segunda-feira, setembro 25, 2006
XII CONCERTO DE OUTONO

No dia 14 de Outubro, Sábado, Igreja da Misericórdia (Montemor-o-Novo), 18 horas, XII Concerto de Outono, pelo Coral de S. Domingos de Montemor-o-Novo e Coro Clásico de Vigo. Direcção de João Luís Nabo e Joaquín Carvajal Baños. Destaque para Polifonia Sacra espanhola do Renascimento e do século XX.
(Na foto, de arquivo, imagem de uma Cantata de Natal, no Cine-Teatro Curvo Semedo, em 2001. Em palco: Oficina do Canto, alunos da Cercimor, Vozes do Monte e Coral de S. Domingos)
domingo, julho 16, 2006
Artes de Embu no XIII Encontro de Coros de Montemor



O Coral das Artes de Embu, da pequena cidade de Embu das Artes (São Paulo -Brasil), passou dez dias em digressão pela região do Alentejo, entre os dias 7 e 16 de Julho. A iniciativa partiu do Coral de S. Domingos que convidou o seu congénere brasileiro para o XIII Encontro de Coros/IV Festival Internacional de Coros que se realizou no passado dia 15, na Igreja do Convento de São Domingos. O Coral de Embu apresentou-se também em Évora (INATEL), no dia 11, e em Lisboa (Palácio da Independência), no dia 13. Escolhido de forma criteriosa, do reportório, muito variado e rico em música tradicional daquele país, constavam ainda inúmeras peças sacras contemporâneas que facilmente apaixonaram o público.
O Coral das Artes de Embu organizou-se em Maio de 1993, por iniciativa da própria comunidade e é composto por artistas plásticos, estudantes, funcionários públicos e da iniciativa privada, artesãos e professores. Dispõe de um repertório ecléctico que vai do erudito ao popular, como músicas folclóricas, do Renascimento, espirituais negros, latinas, entre outras. Tem participado com frequência em Encontros Corais e Festivais em dezenas de municípios do Estado de São Paulo e em diversas regiões do Brasil. Esta foi a sua primeira digressão a um país da Europa. Gravou dois trabalhos discográficos: Coral das Artes n´a Capella (2003) e E...Ternamente Natal (2004).
Dirigido pelo maestro Daniel Viera, o Coral das Artes de Embu é composto por uma vintena de cantores, entusiasticamente aplaudidos em todos os concertos. O Coral de S. Domingos, dirigido por João Luís Nabo, foi, como é da tradição, o primeiro a actuar no concerto em Montemor. Interpretou várias peças sacras em estreia e incluiu no reportório música tradicional brasileira e portuguesa. O concerto terminou com a interpretação conjunta de Azulão, uma peça brasileira com arranjo de Jaime Ovalle e Roberto Duarte.
O Coral das Artes de Embu organizou-se em Maio de 1993, por iniciativa da própria comunidade e é composto por artistas plásticos, estudantes, funcionários públicos e da iniciativa privada, artesãos e professores. Dispõe de um repertório ecléctico que vai do erudito ao popular, como músicas folclóricas, do Renascimento, espirituais negros, latinas, entre outras. Tem participado com frequência em Encontros Corais e Festivais em dezenas de municípios do Estado de São Paulo e em diversas regiões do Brasil. Esta foi a sua primeira digressão a um país da Europa. Gravou dois trabalhos discográficos: Coral das Artes n´a Capella (2003) e E...Ternamente Natal (2004).
Dirigido pelo maestro Daniel Viera, o Coral das Artes de Embu é composto por uma vintena de cantores, entusiasticamente aplaudidos em todos os concertos. O Coral de S. Domingos, dirigido por João Luís Nabo, foi, como é da tradição, o primeiro a actuar no concerto em Montemor. Interpretou várias peças sacras em estreia e incluiu no reportório música tradicional brasileira e portuguesa. O concerto terminou com a interpretação conjunta de Azulão, uma peça brasileira com arranjo de Jaime Ovalle e Roberto Duarte.
Impressões
As chaminezinhas dispostas como soldados
Saúdam-me da janela donde me alojaram.
O imponente castelo
A fiscalizar a todos do alto,
Tem um tom de brincadeira com sua ‘bandeirinha infantil’.
As ruas assimétricas de Montemor
Com seu sabor de História,
Com sua realeza introspecta,
Dançam sob meus pés.
Molduras, telhados, sempre a observar-me.
Rodrigo Rosa
(Cantor das Artes de Embu)
As chaminezinhas dispostas como soldados
Saúdam-me da janela donde me alojaram.
O imponente castelo
A fiscalizar a todos do alto,
Tem um tom de brincadeira com sua ‘bandeirinha infantil’.
As ruas assimétricas de Montemor
Com seu sabor de História,
Com sua realeza introspecta,
Dançam sob meus pés.
Molduras, telhados, sempre a observar-me.
Rodrigo Rosa
(Cantor das Artes de Embu)
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segunda-feira, junho 12, 2006
Artes de Embu chega dia 7 a Montemor


Coral de S. Domingos
recebe coro brasileiro
De 7 a 16 de Julho, o Coral de S. Domingos de Montemor-o-Novo vai receber o Coral das Artes de Embu, da cidade brasileira de Embu das Artes, situada perto de São Paulo. Dirigido por Daniel Vieira e constituído por vinte cantores, o grupo irá fazer uma digressão pela região alentejana e apresentar-se em três concertos. O primeiro, no dia 11 de Julho, acontecerá no Palácio da Independência em Lisboa, pelas 18 horas, numa colaboração já antiga entre a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e o Coral de S. Domingos. Depois, no dia 13, o INATEL cede as suas instalações em Évora para o segundo recital. No dia 15 de Julho realizar-se-á o XIII Encontro / IV Encontro Internacional de Coros da Cidade de Montemor, uma organização do grupo anfitrião e que contará, naturalmente, com a presença do coro brasileiro no belíssimo cenário da Igreja do Convento de S. Domingos.
O grupo montemorense participou, no dia 10 de Junho, no XX Festival de Coros do Entroncamento, onde interpretou música sacra do séc. XX e canções tradicionais portuguesas.
recebe coro brasileiro
De 7 a 16 de Julho, o Coral de S. Domingos de Montemor-o-Novo vai receber o Coral das Artes de Embu, da cidade brasileira de Embu das Artes, situada perto de São Paulo. Dirigido por Daniel Vieira e constituído por vinte cantores, o grupo irá fazer uma digressão pela região alentejana e apresentar-se em três concertos. O primeiro, no dia 11 de Julho, acontecerá no Palácio da Independência em Lisboa, pelas 18 horas, numa colaboração já antiga entre a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e o Coral de S. Domingos. Depois, no dia 13, o INATEL cede as suas instalações em Évora para o segundo recital. No dia 15 de Julho realizar-se-á o XIII Encontro / IV Encontro Internacional de Coros da Cidade de Montemor, uma organização do grupo anfitrião e que contará, naturalmente, com a presença do coro brasileiro no belíssimo cenário da Igreja do Convento de S. Domingos.
O grupo montemorense participou, no dia 10 de Junho, no XX Festival de Coros do Entroncamento, onde interpretou música sacra do séc. XX e canções tradicionais portuguesas.
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quinta-feira, maio 11, 2006
Coral de S. Domingos em Santiago de Compostela

No passado dia 29 de Abril o Coral de S. Domingos, de Montemor, tomou o rumo do norte e assentou arraiais em Santiago de Compostela, cidade de peregrinos e de valioso património histórico e arquitectónico, onde iria ficar durante três dias.
Depois da longa viagem e de algum repouso, os cantores participaram na Missa das 7 da tarde de Domingo, na Igreja da Virxen do Pilar onde, após a celebração, interpretaram um concerto de música sacra e popular. Ainda nesse dia,
acompanhado por José Vilar da Ponte, Presidente do Coro Polifónico de Vigo - com o qual irão em breve dar início a um intercâmbio - o Coral de S. Domingos improvisou uma animação de rua, que se traduziu num pequeno concerto na escadaria da Catedral de Santiago, entusiasticamente aplaudido pelas dezenas de peregrinos e turistas que se encontravam no local.
No dia 14 de Maio, às 18 horas, o grupo vai estar em Évora, a convite do padre Senra Coelho, onde participará no concerto comemorativo do aniversário da consagração da Igreja da Senhora de Fátima, no Bairro do Bacelo.
acompanhado por José Vilar da Ponte, Presidente do Coro Polifónico de Vigo - com o qual irão em breve dar início a um intercâmbio - o Coral de S. Domingos improvisou uma animação de rua, que se traduziu num pequeno concerto na escadaria da Catedral de Santiago, entusiasticamente aplaudido pelas dezenas de peregrinos e turistas que se encontravam no local.No dia 14 de Maio, às 18 horas, o grupo vai estar em Évora, a convite do padre Senra Coelho, onde participará no concerto comemorativo do aniversário da consagração da Igreja da Senhora de Fátima, no Bairro do Bacelo.
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quarta-feira, abril 05, 2006
quinta-feira, março 09, 2006
19 anos de música coral celebrados a 1 de Abril

No próximo dia 1 de Abril, Sábado, pelas 18h00, na Igreja da Misericórdia em Montemor-o-Novo, o Coral de S. Domingos vai promover o CONCERTO comemorativo do seu 19.º aniversário. Participam o Coral de S. Domingos (dir. João Luís Nabo), o Orfeão do Entroncamento (dir. Luís Antunes) e o Quarteto Mozart.
Fernando Lopes-Graça e Wolfgang A. Mozart vão estar no centro das atenções (para além do Coro aniversariante, claro), já que se comemoram 100 anos do nascimento do compositor e musicólogo português e 250 anos do aparecimento do incontornável génio austríaco.
A célebre Ave Verum Corpus, do compositor de Salzburgo, vai ser a “jóia” da coroa dessa tarde de música, numa interpretação do Coral de S. Domingos, acompanhado pelo Quarteto Mozart.
Fernando Lopes-Graça e Wolfgang A. Mozart vão estar no centro das atenções (para além do Coro aniversariante, claro), já que se comemoram 100 anos do nascimento do compositor e musicólogo português e 250 anos do aparecimento do incontornável génio austríaco.
A célebre Ave Verum Corpus, do compositor de Salzburgo, vai ser a “jóia” da coroa dessa tarde de música, numa interpretação do Coral de S. Domingos, acompanhado pelo Quarteto Mozart.
sexta-feira, março 03, 2006
Concerto comemorativo dos 800 anos do castelo de Évora Monte
Coral de S. Domingos foi no castelo de Évora Monte, a convite da Câmara Municipal de Estremoz. Duas peças em estreia - Kyrie Eleison, de Antonio Lotti (1667-1740) e uma melodia tradicional inglesa do séc. XVIII - Drink to me only - sobre um excerto do poema "To Celia", escrito
por Ben Johnson em 1616.
Público interessado aplaudiu o encore (S. João adormeceu) em homenagem a Lopes-Graça - afinal, faz 100 anos em Dezembro que nasceu o mestre.
As fotos são da Lena Barreiros.
Público interessado aplaudiu o encore (S. João adormeceu) em homenagem a Lopes-Graça - afinal, faz 100 anos em Dezembro que nasceu o mestre.
As fotos são da Lena Barreiros.
domingo, fevereiro 05, 2006
domingo, novembro 27, 2005
Coral de S. Domingos celebra Natal

O Coral de S. Domingos interpretou três concertos durante a presente quadra natalícia: no dia 3, no Inatel, em Évora, no dia 17, em Cabrela, com a banda daquela localidade e, no dia 18, em Montemor, dando cumprimento aos já tradicionais Cantares ao Menino.
Perto de três centenas de pessoas acompanharam o Coral de S. Domingos, o Grupo Vocal “A Cappella” e os pequeninos declamadores do Jardim de Infância n.º 1 pelas ruas e largos do Centro Histórico, por onde foram espalhando muita música e poesia. O desfile terminou na Igreja da Misericórdia, junto ao presépio que, no seu interior, aguardava a chegada dos cantores e do público que encheu completamente o espaço. Vera Guita interpretou magistralmente a ultra-célebre Ave Maria de Bach/Gounod, foram declamados poemas de Manuel Justino Ferreira e Carlos Cebola e, depois de outras canções, a Noite Feliz, de Franz Gruber, "para piano e vozes", ecoou pelo templo, interpretada pelos coros e pelo público. Houve direito a um encore!
Aqui vão ficar três ou quatro fotos para preservar alguns dos momentos mágicos destes concertos.
Perto de três centenas de pessoas acompanharam o Coral de S. Domingos, o Grupo Vocal “A Cappella” e os pequeninos declamadores do Jardim de Infância n.º 1 pelas ruas e largos do Centro Histórico, por onde foram espalhando muita música e poesia. O desfile terminou na Igreja da Misericórdia, junto ao presépio que, no seu interior, aguardava a chegada dos cantores e do público que encheu completamente o espaço. Vera Guita interpretou magistralmente a ultra-célebre Ave Maria de Bach/Gounod, foram declamados poemas de Manuel Justino Ferreira e Carlos Cebola e, depois de outras canções, a Noite Feliz, de Franz Gruber, "para piano e vozes", ecoou pelo templo, interpretada pelos coros e pelo público. Houve direito a um encore!
Aqui vão ficar três ou quatro fotos para preservar alguns dos momentos mágicos destes concertos.
domingo, novembro 20, 2005

Por razão nenhuma em especial, lembrei-me do Tininho. Do Celestino António. Sapateiro, poeta, lutador e… Baixo do Coral de S. Domingos durante mais de uma dúzia de anos. Apeteceu-me vê-lo de perto. Passei por algumas fotos mais antigas dos nossos concertos e dei com esta. Tirada na Igreja da Misericórdia, quando o público aplaudia, enternecido e entusiasmado, o Celestino, depois de ter interpretado magistralmente “ A Procissão” do António Lopes Ribeiro.
Deixaria o Coral, e a Vida, menos de um ano depois. Mas a voz dele vai andar sempre, algures, entre a Rua do Chamorro e a Igreja da Misericórdia. Por vezes, nos ensaios, invocamos a sua memória, os seus ditos, o seu exemplo. Porque temos saudades.
Deixaria o Coral, e a Vida, menos de um ano depois. Mas a voz dele vai andar sempre, algures, entre a Rua do Chamorro e a Igreja da Misericórdia. Por vezes, nos ensaios, invocamos a sua memória, os seus ditos, o seu exemplo. Porque temos saudades.
sexta-feira, novembro 18, 2005
segunda-feira, novembro 07, 2005
S. Domingos e S. Pedro de Aradas no XI Concerto de Outono


A Igreja da Misericórdia, decorada a preceito, acolheu no passado dia 5 de Novembro o numeroso público que quis assistir ao XI Concerto de Outono, uma organização do Coral de S. Domingos, com o apoio de várias entidades locais.
Antes do espectáculo, que teria início às 18 horas, foi tempo para conduzir os cantores visitantes numa breve volta pela cidade, com a incontornável subida ao castelo, ponto mais alto (em qualquer das acepções da palavra) desse curto périplo.

O grupo anfitrião fez as honras da casa, apresentando oito peças, uma pequena (a)mostra do seu extenso reportório que tem vindo a ser recentemente aumentado com obras da autoria de compositores dos sécs. XVIII, XIX e XX. Para este concerto foram distinguidos Fernando Lopes-Graça (com uma especial ligação ao seu “colega” etno-musicólogo húngaro Zóltan Kodaly, a ser interpretado pelo grupo de Aradas), João Lóio, Jaime Ovalle e Roberto Duarte, Jean-Philippe Rameau, Bortniansky e Felix Mendelssohn-Bartholdy.
Manuel Sarrico dirigiu o Coral de São Pedro de Aradas (Aveiro) que interpretou peças de Giuseppe de Marzi, Fernando Lopes-Graça, Zoltan Kodály, Jakob Arcadelt, J. Clemens “Non Papa”, Toinot Arbeau e Juan del Encina – uma nítida insistência, portanto, em obras do Renascimento.
A terceira parte deste encontro aconteceu na Escola Secundária, durante um suculento e bem regado jantar-convívio, com uma ementa tipicamente outonal, onde se trocaram partituras, opiniões, endereços (electrónicos) e… receitas. Combinou-se um novo encontro em Aradas, quando chegar o Maio de 2006. Lá estaremos.
sexta-feira, outubro 21, 2005
XI Concerto de Outono, no dia 5 de Novembro

É já no próximo dia 5 de Novembro o XI Concerto de Outono, uma organização do Coral de S. Domingos que conta com o apoio de várias instituições da cidade. O convidado vai ser o Grupo Coral de S. Pedro de Aradas, uma localidade bem perto de Aveiro que nos irá receber em 2006. O Manuel Sarrico, velho amigo do Coral de S. Domingos, vai dirigir o grupo que, como manda a regra, fará a segunda parte do concerto.
O cenário para este encontro de música vocal - que vai começar às 18 horas em ponto - é a Igreja da Misericórdia, em pleno centro histórico da cidade de Montemor.
Venha, neste Outono, celebrar connosco o regresso da chuva e a ... queda da folha.
quinta-feira, outubro 20, 2005
Blog do Coral Luy de Béarn
Se bem se lembram, aqueles que nos acompanham, tivemos a visita do coral francês de Luy de Béarn. À nossa semelhança, estes nossos amigos também arranjaram um blog. Aí fica a morada, a todos os interessados:
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sábado, outubro 01, 2005
Orfeão de Estremoz Tomás Alcaide - Bodas de Diamante
Concerto para Três Coros ao Fim da Tarde poderia ter sido o nome (ultra-romântico) a dar ao espectáculo apresentado no dia 1 de Outubro – Dia Mundial da Música – no Teatro Bernardim Ribeiro, em Estremoz.
Coral de S. Domingos (João Luís Nabo), Orfeão Tomás Alcaide (Edgar Saramago) e Coro Públia Hortênsia, de Lisboa (Paulo Brandão) interpretaram repertórios que variaram entre os sécs. XVI (Mateo Flexta – o Velho) e XX (Lopes Graça, Juan-Alfonso Garcia), passando pelo barroco Jean-Philippe Rameau (sécs. XVII-XVIII) e pelo austríaco romântico Anton Bruckner (séc. XIX). As peças interpretadas, um conjunto ecléctico q.b., acabaram por consolidar-se num périplo agradável por compositores que marcaram algumas escolas europeias, num leque temporal explorado com bastante seriedade, quer em termos de música erudita, quer no que se refere a textos de origem tradicional.
A Banda da Sociedade Filarmónica Luzitana de Estremoz não se associou às comemorações conforme o anunciado, por compromissos já assumidos.
Coral de S. Domingos (João Luís Nabo), Orfeão Tomás Alcaide (Edgar Saramago) e Coro Públia Hortênsia, de Lisboa (Paulo Brandão) interpretaram repertórios que variaram entre os sécs. XVI (Mateo Flexta – o Velho) e XX (Lopes Graça, Juan-Alfonso Garcia), passando pelo barroco Jean-Philippe Rameau (sécs. XVII-XVIII) e pelo austríaco romântico Anton Bruckner (séc. XIX). As peças interpretadas, um conjunto ecléctico q.b., acabaram por consolidar-se num périplo agradável por compositores que marcaram algumas escolas europeias, num leque temporal explorado com bastante seriedade, quer em termos de música erudita, quer no que se refere a textos de origem tradicional.
A Banda da Sociedade Filarmónica Luzitana de Estremoz não se associou às comemorações conforme o anunciado, por compromissos já assumidos.
Durante a actuação do Coro Orfeão Tomás Alcaide
Durante a actuação do Coral S. Domingos
Durante a actuação do Coral S. Domingos (pormenor)
Durante a actuação do Coro Pùblia Hortênsia

Durante a interpretação da peça de conjunto
Fotos de: Nelson Santos
Helena Barreiras
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