- O Barco vai de Saída - http://www.youtube.com/watch?v=8xeDL7kJsZI
- Grândola, Vila Morena - http://www.youtube.com/watch?v=x9rUWxpIqgU
Em Janeiro de 1987 o Coral de S. Domingos começava a dar os primeiros passos, curtos, é certo, cuidadosos mas seguros. Mais de vinte anos depois, passaram pelo nosso convívio largas dezenas de coros, muitas centenas de coralistas, quer em Portugal, quer no estrangeiro. Criado para manter o público a par das actividades deste coral, este blog vai disponibilizar regularmente a agenda, fotos e outros assuntos que digam respeito ao Coral de S. Domingos.
terça-feira, abril 28, 2009
Acordai - Concerto Comemorativo do 25 Abril, Montemor-o-Novo
CSD comemora Abril
segunda-feira, abril 20, 2009
Samuel e Fátima Casa Branca - irrepreensíveis
domingo, abril 19, 2009
22.º aniversário do CSD
sexta-feira, abril 17, 2009
segunda-feira, abril 06, 2009
Um Dia pela Vida
segunda-feira, março 23, 2009
Coral em Barrô
Mais fotografias e vídeos nos link em baixo:
Ecce Homo - http://videos.sapo.pt/rP4c3R7OzpBU6a74qw4O
Ride the Chariot - http://videos.sapo.pt/gC3pSQ2g8U2J5g3L5q4Y
domingo, março 01, 2009
Brasil, Brasil!
segunda-feira, fevereiro 16, 2009
"Pastyme with Good Company" no Convento da Saudação
Ficam aqui mais algumas imagens da actuação do Coral de São Domingos durante a visita do Presidente da República ao Convento da Saudação. Nesta filmagem, da autoria de Zélia Rodrigues, podemos ver, na íntegra, o desempenho do Coral durante a peça Pastyme With Good Company escrita por Henrique VIII, no século XVI. Uma peça renascentista interpretada num espaço que ainda transpira o estilo e a mentalidade daquela mesma época, por entre a contemporaneidade das actividades que por lá são desenvolvidas, presentemente, pelo Espaço do Tempo.
sábado, fevereiro 14, 2009
Presidente da República em Montemor-o-Novo
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
Cavaco Silva ouviu CSD



A convite do coreógrafo Rui Horta, o Coral de São Domingos cantou durante a visita do Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, ao Convento da Saudação, sede do Espaço do Tempo. A visita do Chefe de Estado esteve integrada na 2.ª Jornada do Roteiro para a Juventude, dedicado ao tema “Autonomia, Associativismo Juvenil: Arte e Cultura”.domingo, janeiro 25, 2009
Concerto Paulino, em Lisboa
quarta-feira, dezembro 24, 2008
Cantares ao Menino
Mesmo, e certamente, sem “a propósito algum”, os parágrafos anteriores vieram só porque, uma vez mais, vão ocorrer, na Cidade, os Cantares ao Menino. Cumprindo aquilo que se tornou num “hábito com força de lei” e numa organização conjunta com o Município, o Coral de São Domingos celebra, na época natalícia, este seu programa.
Em noite sabática de Dezembro, por vezes frio, com temperaturas a rodar as negativas, as vozes quentes do Coral conseguem trazer para a rua dezenas de homens, mulheres e jovens (muitos jovens, sempre) e arrastar, após si, essa pequena multidão, numa caminhada pelas ruas da Cidade, cantando ao Menino - anunciando, em aviso precursor, a vinda de uma noite, por vezes, a mais bela e, quantas vezes, a mais triste noite do ano.
Diz o Livro dos Livros que, nessa noite mítica e longínqua, por sobre os campos de Belém, terra de Judá, onde os pastores vigiavam seus rebanhos, um anjo apareceu e disse-lhes: “Anuncio-vos uma grande alegria, que o será para todo o povo”(Lc 2,10). Cantar é, sempre, a alegria do Povo. Por isso, no silêncio da noite de um Dezembro frio, o brilho irradiante da estela de Belém enche a Cidade entorpecida com aquele calor humano que também dá pelo nome de Solidariedade e que, tantas vezes, se traduz em Canto. A mesma estrela de Belém que acende a lua cheia (de quê?), no tecto de todas as casas, até mesmo daquelas que já não têm ou nunca tiveram tecto. A mesma estrela que estende um rasto de luz por todas as ruas, até mesmo por aquelas onde já ninguém passa. A mesma estrela que continua a semear sonhos em terras ressequidas, até mesmo naquelas que, de tão queimadas, se tornaram estéreis. A mesma estrela que persiste em “Cantar ao Menino”, até mesmo quando milhares de crianças morrem a cada hora, em todas as partes do Mundo.
No silêncio de uma noite silenciosa, quando só o Canto e as Sombras caminham a par de uns quantos, e num gesto que desfia pétalas de um rosário antigo, o Coral de São Domingos devolve, nos seus cantares, uma súplica de Paz, que os homens teimem em não atender; um grito de Humanidade, que os homens porfiam em não ouvir; um preito de Alegria, que as sociedades teimam em fingir que ignoram. Porque a Alegria, a Paz e a Boa Vontade que os anjos cantaram, naquela noite de há muitos anos, foram, apenas, os votos formulados porque, nessa mesma noite, nascera um Menino. Por isso é que há Natal. Não é por mais outro motivo algum. Há Natal porque nasceu um Menino. Há muitos anos e num lugar muito longe, é certo. Mas há Natal, só porque o Menino nasceu. Natal quer dizer Nascimento, ainda que haja quem não saiba, quem se esqueça ou queira ignorar o facto.
Este, afinal, é o grande salmo que o Coral de S. Domingos espalha, pela Cidade, até mesmo quando o silêncio da noite é mais pesado, quando o frio de Dezembro é mais algente, quando Belém, terra de Judá, fica cada vez mais longe de todos nós. Mas o Natal sempre é – e só - o Nascimento do Menino que continua a povoar os sonhos de quem ainda sonha, entre escombros; de quem ainda acredita que a Paz não é uma quimera; de quem ainda não perdeu a fé num mundo novo, renascido, talvez, das cinzas deste que se desmorona, inexoravelmente, só porque os homens se esqueceram de ouvir e, principalmente, de “Cantar ao Menino”.
Para todos, um Bom Natal.
In O Montemorense, 20/12/2008
segunda-feira, dezembro 22, 2008
terça-feira, dezembro 16, 2008
domingo, dezembro 14, 2008
Sira e Samuel - Canções de Natal
domingo, dezembro 07, 2008
Coral de S. Domingos na Igreja dos Agostinhos
Obras de Nikolay Kedrov, J. Leavitt, Howard Goodhall, Antonio Lotti, Ramiro Real, Juan-Alfonso Garcia, Mário Sampayo Ribeiro, Fernando Lopes-Graça, Henrique VIII e João Luís Nabo encheram de enorme magia o velho templo, em tempos pertencente ao Seminário de Vila Viçosa. A Igreja dos Agostinhos, agora sob administração da Casa de Bragança, organizadora do evento, recebeu o Coral de São Domingos, de Montemor-o-Novo, para um concerto que vai, decerto, ficar muito tempo na memória de quem participou e de quem ouviu. Ainda houve tempo para umas canções de Natal.Ficam as fotos para memória futura.




